quarta-feira, 20 de outubro de 2010

BIBLIOTECAS CHEIAS DE FANTASMAS

«Deveríamos falar igualmente dos livros que lemos e que falhámos, desses com os quais nunca nos conseguiremos entender, porque, embora sejam geniais, não nos correspondem [1], desses outros livros que precisam de ser relidos para que os assimilemos [2], dos que temos vontade de reler por puro prazer [3], dos que certamente nunca mais voltaremos a abrir mas de que não nos queremos separar [4], dos autores que prometemos reler integralmente um dia ou descobrir [5], etc.»
Jacques Bonnet, Bibliotecas Cheias de Fantasmas

Encontro, na minha biblioteca, um exemplo de cada um dos casos referidos.

1. Ulisses, James Joyce

2. Pedro Páramo, Juan Rulfo

3. Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust

4. Os Maias, Eça de Queirós

5. Vitorino Nemésio

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